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DOENÇA RESPIRATÓRIA EM COELHO ANÃO HOLANDEZ DE COMPANHIA

- RELATO DE CASO -  Evelyn Golin RESUMO As doenças respiratórias em coelhos é muito frequente na cunicultura e  também em coelhos de companhia, que em muitos casos levam os animais à óbito, a incidência da doença aumenta devido o estresse quando seu sistema  imunitário reduz, erros de manejo, frio excessivo, odores de produtos  sanitizante. Descrever-se-á aqui o caso de um coelho anão de companhia da  raça Coelho anão holandês de 2 anos de idade. Palavras-chave: doença respiratória; coelho; pet. INTRODUÇÃO (VIEIRA,1986) constatou que a pasteurelose é uma das piores doenças que  podem atacar as criações de coelhos,pois, é uma enfermidade infecciosa de  alta contagiosidade, Além disso, pode ser muito persistente, quando invade um  coelhário, tem muita facilidade para produzir novos surtos, quando o combate  não é feito de acordo com determinadas técnicas. A rinite em coelhos têm bom  aspecto em geral e coceira no nariz, ...

Animais com o fator lanudo

Para quem não sabe o que é o tal fator lanudo é o animal que tem pelos longos, ao longo do texto abaixo será explicado com mais clareza. Esse post foi retirado do Dossiê técnico de cunicultura da TecPar lançado em dezembro de 2011. Beijos Eve Golin Fator lanudo O fator lanudo é genético hereditário e, por isso, seu aparecimento não está relacionado à  alimentação, estado de saúde dos reprodutores, instalações, época do ano, manejo, etc. Esta alteração genética é responsável pelo aparecimento de coelhos de pelos longos em criações  de raças puras. Este crescimento de pelos não interfere na vida do  animal, porém torna a sua criação desinteressante, pois está fora do padrão da raça e seu  pelo não tem valor comercial. Como esta alteração genética é recessiva, no acasalamento entre coelhos com pelagem  normal e coelhos com fator lanudo, todos os filhotes apresentarão pelagem normal, mas,  serão portadores do fator. Se os coelhos resultan...

Citação de doenças de origem viral

Apenas citarei as doenças mais comuns em coelhos de origem  viral . São elas: Varíola em coelhos Mixomatose Fibroma de Shope Agora aguardem as novidades que neste blog o único especializado em criação de coelhos, pode trazer para vocês, o melhor desse blog é que feito por estudante de veterinária e criadora de coelhos pet, então, conheço bem os perrengues diários da cunicultura. Fiquem com Deus. Um abraço bem forte, beijokas Eve Golin Evelady

Citação de doenças de origem bacteriana

Esse post tem caráter de te deixar com água na boca para saber o que vem por aí, apenas citarei as doenças mais comuns em coelhos de origem bacteriana . São elas: Pasteurelose Doença de Tyzzer Salmonelose Necrobacilose Pseudotuberculose Espiroquetose Tularemia Pseudomonas Mastite Nos próximos posts falarei de cada uma delas, como já disse foi só para te deixar curioso pelos próximos capítulos. risos. Beijokas Eve Golin Evelady

Mais plantas tóxicas agora para humanos e animais em geral

Neste post apenas comentarei sem delongas sobre algumas  espécies que podem oferecer ris cos às pessoas em especial as crianças e também aos animais em geral, não necessariamente suomente os nossos orelhudos, por que estou  comentando sobre esse assunto?  Simples é de suma importancia e de interesse geral o conhecimento apesar de belas as plantas serem elas também tem seu papel na natureza, seja, para perfumar, seja como alimento, ou decoração, etc, mas, elas também têm o papel de defesa, por isso, a sua toxicidade, alguns exemplos que serão citados aqui no blog são de plantas muito comuns nas residências brasileiras, por isso, o cuidado de redobrado dos tutores ao manter essas espécies em sua casa. Toxidade : comigo-ninguém-pode (Dieffenbachia amoena), alamanda (Alamanda catártica), mamona (Ricinus communis), espirradeira (Nerium oleander), mandioca-brava (Manihot esculenta), chapéu-de-napoleão (Thevertia peruviana), avelós (Euphorbia tirucalli), guine (Petiveri...

Aparelho reprodutor do coelho e dimorfismo sexual

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Coelhos Área total necessária

Fêmeas e láparos até 5 semanas         0,56m² Fêmeas e láparos até 8 semanas         0,74m² Coelhos de 5-12 semanas                   0,07m²/coelho Coelhos com 12 semanas (engorda)   0,02m²/coelho Reprodutores                                     0,56m²/coelho Pensando em coelhos de grande porte exemplo Nova Zelândia

Dermatofitose

Também designada “Tinha”, é uma micose superficial provocada por fungos, os Dermatófitos, que secretam enzimas (queratinazes) que degradam a queratina da pele, pêlo e unhas dos animais. As principais espécies envolvidas são o  Trichophyton mentagrophytes  e o  Microsporum canis . Estes fungos têm uma distribuição mundial, assumindo uma grande importância epidemiológica, na medida em que, tratando-se de uma zoonose, é um problema de saúde pública.  É uma doença contagiosa, afetando sobretudo animais debilitados e imunodeprimidos, como idosos, jovens, fêmeas gestantes ou lactantes. Existem também uma série de factores predisponentes que favorecem o seu desenvolvimento, como sendo a umidade e temperatura, o contacto com solos animalizados, deficientes condições higiênicas, antibioterapia e corticoterapia, imunodeficiência, carências alimentares (vitaminas A e D). A transmissão ocorre por contacto direto com animais infectados, ou por contacto indireto com fômites...

Coccidiose por Eimeria stiedae

Protozoário do grupo das coccídeas que afetam os coelhos. Trata-se de um agente extra-intestinal, extremamente patogênico  e que afeta as células epiteliais dos ductos biliares, provocando graves lesões hepáticas e uma taxa de mortalidade elevada, principalmente nas épocas de chuva.  A infecção ocorre pela ingestão de oocistos esporulados. Estes chegam ao intestino, passando ao fígado via sistema hepático portal e linfáticos. No fígado penetram as células epiteliais dos ductos, e ocasionalmente as células do parênquima, dando origem ao esquizontes e posteriormente aos merozoítos (multiplicação assexuada). Os oocistos voltam ao intestino juntamente com a bílis, surgindo nas fezes 18 dias após a ingestão. A esporulação ocorre em três dias.  A sintomatologia é observada predominantemente em láparos, sendo desde inaparente em infecções ligeiras, a anorexia, perda de peso, distensão abdominal (pendular), diarreia e icterícia em infecções mais graves. À palpação abdomi...

Cama

Os animais são mantidos em gaiolas em que o piso é coberto por uma camada de maravalha(raspa de madeira picada) , casca de arroz, bagaço de cana-de-açúcar desidrato, sabugo de milho ou outro produto, dependendo da facilidade de obtenção e de custo. Qualquer que seja o material escolhido para as camas, deve ser assegurado que as plantas que lhes deram origem não receberam inseticidas durante o cultivo. O material utilizado para "cama" tem por finalidade adsorver a urina dos animais e a água derramada no interior da gaiola, mantendo seu fundo sempre seco, bem como servir de isolante térmico para reduzir a condução de calor do corpo dos animais através do fundo da gaiola. O material utilizado para "cama" dos animais deve possuir as seguintes características: ser inócuo, isto é, não ter sido tratado com substância tóxica; não ser oriundo de madeiras resinosas; ter alto poder de absorção; permitir o isolamento térmico - as propriedades isolantes dim...

Gastroenterologia

Doenças digestivas são muito frequentes no coelho. A origem das enterites é muito variada. Em geral, sua manifestação está relacionada a um desequilíbrio da flora cecal, evoluindo para enterotoxemia. As coccidioses clínicas são bastante raras no coelho anão; essa variedade parece muito resistente à maioria dos coccídios. Porém, quando há manifestação da doença, notam-se sintomas graves e alta taxa de mortalidade. A interrupção do trânsito intestinal pode ser secundária à instalação de íleo ou à obstrução. É importante realizar o exame radiográfico para estabelecer o diagnóstico diferencial; o íleo requer tratamento médico, enquanto a obstrução é uma urgência cirúrgica. Fonte : Quinton, J.F. - Novos animais de estimação - Ed. Roca - 2005

Antibioticoterapia

A administração de alguns adntibióticos aos coelhos pode provocar enterotoxemia mortal. Via de regra, nessa espécie a utilização de antibióticos é mais segura por via parenteral que por via oral. Ampicilina, lincomicina, e clindamicina são proibidas. As penicilinas e as cefalosporinas podem ser administradas por via injetável; quando administradas por via oral, provocam enterotoxemia. As fluoroquinolonas, as sulfonamidas e as tetraciclinas são bem toleradas, seja qual for a sua administração. As associações de antibióticos devem ser evitadas, pois, a potencialização pode ser tóxica. Fonte : Quinton, J.F. - Novos animais de estimação - Ed. Roca - 2005

Informações úteis e necessárias

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O esqueleto do coelho é frágil, mas, sua massa muscular é vigorosa. Durante um exame, o coelho pode fraturar a coluna vertebral cravado violentamente seus membros posteriores na mesa. O timo persiste por toda vida do animal. O coelho é monogástrico o órgão digestivo mais volumoso é o ceco. O útero possui dois cornos e dois colos bem distintos. A conformação anatômica do coelho o obriga a respirar apenas pelo nariz. Um coelho que tenta respirar pela boca apresenta uma patologia respiratória cujo é prognóstico é em geral reservado. A cor da urina pode variar de amarelo a vermelho; é naturalmente pigmentada pelas porfirinas. Nas coelhas, a ovulação é provocada pelo coito. A pseudogestação é um distúrbio frequente nessa espécie. Dentre as ervas que se pode colher em bosques, é preciso evitar o fornecimento de escarlate (Anagallis arvensis), tóxica para o coelho. Fonte : Quinton, J.F. - Novos animais de estimação - Ed. Roca - 2005 Fonte da fo...

Algumas raças de coelhos

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Gigante de Bouscat:   Origem:  de origem francesa, é o resultado de cruzamentos entre as raças Gigante de Flandres, Prateado de Champagne e Angorá Peso médio:   5 a 8 kg Especialidade:   de corpo alongado é mais indicado para produção de carne Pelagem:  de cor branco albino, tem pelagem média macia e sedosa. Prolificidade :  7 a 8 láparos por parto. Gigante de Espanha Origem:  resultado de cruzamentos entre as raças Gigante de Flandres e espanholas, teve sua origem na cidade de Valencia, são animais muito resistentes, rústicos e bastante prolífero. Peso médio:  5 a 8 kg. Especialidade:  carne e pele. Pelagem:  comumente na cor  cinza pardo, mas com um variação para a pelagem branca. Prolificidade :  8 a 12 láparos por pa rto. Gigante de Flandres Origem:  através de melhoramento genético a Bélgica conseguiu este elevado padrão zootécnico. Atinge a idade adulta c...